Nara e Luís Henrique

Nara e Luís Henrique

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Esta é uma rua da pacata Carolina-Ma


Esta é Carolina, no sul maranhense, às margens do rio Tocantins, que também teve sua fase áurea, como a maiorias das cidades ribeirinhas do grande rio, no período que a navegação foi muito importante para a economia da região como meio de transporte até início da década de 1960.



Segundo Genésio Maranhão, em A História de Carolina, a região passou a ser visitada por colonizadores em busca do aprisionamento de índios para o trabalho na exploração de ouro. Os religiosos apareceram em seguida, ali pelo primeiro quarto do século XVII. No entanto, o primeiro núcleo urbano só formou-se em 1809. Carolina já foi chamada São Pedro de Alcântara. Mas em 1832 os habitantes, mudando-se para a margem direita do rio Tocantins, 16 km abaixo, passou a chamar-se Carolina, em homenagem à imperatriz Carolina Leopoldina, esposa de D. Pedro I.


No século XX, Carolina viveu seu esplendor econômico. Era centro econômico-financeiro importante do sul do estado, com influência sobre grande parte do sul piauiense, Pará e norte de Goiás (atual Tocantins). Tinha comunicação com Belém pelo rio Tocantins e por avião com todo o País.


Os filhos das famílias mais importantes iam estudar na então capital da República, Rio de Janeiro ou em Recife.


Hoje é uma cidade ecoturística com pouco mais de 23 mil habitantes e grande afluxo de turistas entre junho e setembro.

Morro em forma de seio


MORRO EM FORMA DE SEIO




A região entre Araguaína e Carolina, passando por Filadélfia (TO 222 - asfaltada e boa), pela beleza de seus morros e serras é própria para o turismo ambiental e prática de esportes radicais.


Essa foto é de uma viagem que fiz domingo, 10 de abril, até Carolina.

O PREÇO DO AMOR

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu: - Cortar a grama do jardim: R$ 3,00 - Por limpar meu quarto esta semana R$1,00- Por ir ao supermercado em seu lugar R$ 2,00 - Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia às compras R$ 2,00- Por tirar o lixo toda semana R$ 1,00 - Por ter um boletim com boas notas R$ 5,00 - Por limpar e varrer o quintal R$ 2,00 - TOTAL DA DIVIDA R$ 16,00 A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu: - Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida - NADA - Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti - NADA- Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - NADA - Pelo medo e pelas preocupações que me esperam - NADA - Por comidas, roupas e brinquedos - NADA - Por limpar-te o nariz - NADA - CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA. Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas. Olhou nos olhos da mãe e disse: "Eu te amo, mamãe!!!" Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme: "TOTALMENTE PAGO". Assim somos nós adultos, como crianças, querendor recompensa por boas ações que fazemos. É difícil entender que a melhor recompensa é o AMOR que vem de Deus. E para nossa sorte é GRATIS. Basta querermos recebê-lo em nossas vidas! Que DEUS, abençôe todos vocês no dia de hoje (e sempre), e não devemos esquecer do AMOR universal que nos é cedido pelo PAI!



 João Luiz Alves Loyola.